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PARA QUE MEDIR A VELOCIDADE MÉDIA DOS INVESTIMENTOS EM % AO ANO?
A ideia de medir a rentabilidade dos investimentos, usando o conceito da Velocidade Média, em porcentagens ao ano, seria para padronizar a linguagem. Do mesmo modo, ao dirigir o carro, a velocidade é sempre medida e mostrado no padrão quilômetros por hora. Quando o noticiário mostra que na Europa está fazendo calor de 40 graus, você sabe o tamanho do calor, por causa do padrão graus, para medir a temperatura. Portanto, para medir o avanço dos investimentos ou a evolução patri
custoseganhosconsu
28 de jul.2 min de leitura
VELOCIDADE MÉDIA DO INVESTIMENTO: UM ÍNDICE PARA MEDIR O DESEMPENHO DAS APLICAÇÕES
Durante anos procurei uma forma para comparar a rentabilidade de diferentes investimentos. O problema era as movimentações, de resgates e aplicações, que altera o resultado. Outra questão era, como comparar investimentos com tempo de aplicação diferente. Faltava um índice, que padronizasse isso tudo numa só linguagem. Foi então que resolvi voltar ao exemplo básico. Imagine uma aplicação de R$ 100,00 rendendo exatamente 1% ao mês durante 12 meses, sem resgate nem aplicação. Ao
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21 de jul.2 min de leitura
APLICAÇÃO FINANCEIRA: COMO LANÇAR RESGATE, APLICAÇÃO E RENDIMENTO
Quando a empresa faz uma aplicação financeira, vem a pergunta como lançar no sistema. A impressão é que o dinheiro saiu da empresa. Na realidade, ele apenas mudou de lugar dentro do Ativo Circulante, exatamente como se tivesse transferido de uma conta para outra conta. Vamos supor uma aplicação de R$ 10.000,00 num fundo. O dinheiro sai da conta corrente e passa para uma conta de aplicação. Num sistema contábil, o lançamento seria; credita a conta Banco e debita a conta Aplica
custoseganhosconsu
15 de jul.2 min de leitura


CDI: MEMÓRIA DE CÁLCULO, PASSO A PASSO, DA SELIC AO CDI DO MÊS
Aqui está a memória de cálculo, que converte a taxa básica Selic, que é anual, para a taxa CDI diário que, acumulado, vira CDI mensal. Nesta figura, vamos mostrar a memória de cálculo exatamente como ela é formada. Observe a primeira coluna. Ela apresenta todos os dias do mês de junho de 2026. Logo ao lado aparece a taxa Selic vigente em cada dia. Note que até o dia 17 de junho, a Selic estava em 14,50% ao ano. A partir do dia 18 de junho, após decisão do Banco Central, ela p
custoseganhosconsu
15 de jul.2 min de leitura
COMO ENCONTRAR UMA OPORTUNIDADE DE MELHORIA EM CADA DESAFIO QUE VOLTA REPETIDAMENTE?
Uma parcela dos empreendedores acredita que seus problemas se repetem por causa do mercado, da concorrência ou da dificuldade em encontrar bons funcionários. Porém, em diversas empresas, a verdadeira causa está na interrupção da memória da empresa. Uma pessoa aprende, desenvolve um método, entende os clientes, cria soluções e amadurece junto com a empresa. Pouco tempo depois, ela vai embora. Outra pessoa entra e recomeça do zero. O ciclo se repete, os mesmos erros reaparecem
custoseganhosconsu
7 de jul.2 min de leitura
O MAIOR PROBLEMA DA SUA EMPRESA TALVEZ NÃO SEJA A SUA EMPRESA
Empreender nunca foi uma tarefa simples. Todos os dias surgem novos desafios. Impostos, endividamento, concorrência, inadimplência, mão de obra, rotatividade de funcionários, absenteísmo, sistemas, estoque, custos, despesas, margem, fluxo de caixa, e um lista infindável de problemas. Muitos empresários vivem apagando incêndios. Quando conseguem resolver um problema financeiro, surge um problema operacional. Quando ajustam a operação, aparece uma dificuldade comercial. Quando
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23 de jun.2 min de leitura
A PAZ FINANCEIRA DAS FAMÍLIAS PRUDENTES COMEÇA NO HÁBITO DE GUARDAR
Milhares de famílias brasileiras vivem hoje sob pressão financeira. As contas chegam, parcelas se acumulam. O cartão de crédito se transformou numa extensão da renda. O financiamento da casa, do carro, os empréstimos vão ocupando espaço dentro do orçamento e também dentro da mente. A preocupação financeira acompanha as pessoas durante o dia e rouba o sossego a noite. O endividamento produz mais do que dificuldades financeiras. Produz ansiedade, conflitos familiares, inseguran
custoseganhosconsu
16 de jun.2 min de leitura
A FAÇANHA NORUEGUESA E A SABEDORIA DAS EMPRESAS DURADOURAS
A “Façanha Norueguesa” talvez tenha muito mais ligação com o mundo das empresas do que muitos imaginam. Quando a Noruega descobriu petróleo, poderia ter seguido o caminho mais comum: gastar tudo na fase boa, aumentar rapidamente o padrão de vida do povo acreditando que a abundância, duraria para sempre. Muitos países pegaram este caminho. Durante alguns anos viveram prosperidade, e depois enfrentaram crises. A Noruega escolheu outro caminho. Separou parte da riqueza do presen
custoseganhosconsu
9 de jun.2 min de leitura
A FAÇANHA NORUEGUESA: COMO UM PAÍS PROTEGEU O FUTURO DO SEU POVO
Na década de 1960, a Noruega era um país relativamente simples, sem grande destaque econômico mundial. Tudo começou a mudar em 1969, quando reservas de petróleo foram descobertas no Mar do Norte. Aquela descoberta tinha potencial para transformar a economia do país. Mas existia um risco. Ao longo da história, muitos países ricos em recursos naturais acabaram entrando numa espécie de “maldição da riqueza”. O dinheiro fácil gerou desperdício, aumento dos gastos públicos, corrup
custoseganhosconsu
9 de jun.2 min de leitura
FICHA TÉCNICA REAL: QUANDO O FINANCEIRO REVELA A VERDADE
A Ficha Técnica é uma ferramenta importantíssima que representa o cenário ideal: quanto deveria custar produzir, vender e entregar determinado produto. O problema é que muitas empresas param por aí. Montam uma ficha impecável, mas deixam de acompanhar se a realidade financeira está acontecendo dentro do que foi planejado. É neste ponto que nasce a importância da “Ficha Técnica Real”. A ficha teórica normal trabalha no campo do ideal, aquilo que deveria ser. Ela considera cons
custoseganhosconsu
26 de mai.2 min de leitura
A REALIDADE QUE VOCÊ VIVE HOJE, VEM SENDO CONSTRUÍDA PELA REPETIÇÃO DE SEUS PENSAMENTOS
Engramas podem ser positivos, neutros ou negativos. Podemos imaginar os engramas como marcas que vão sendo gravadas em nossa mente a partir da repetição de pensamentos, sentimentos e atitudes. Quanto mais uma ideia é repetida, mais profunda se torna essa marca, influenciando nossa forma de perceber o mundo e de tomar decisões. Um exemplo simples ocorre quando duas pessoas ficam noivas. A partir desse momento, passam a enxergar tudo relacionado ao casamento. Salões de festa, v
custoseganhosconsu
19 de mai.2 min de leitura
INDICADORES DE DESEMPENHO; POR PRODUTO, POR CLIENTE, POR FORNECEDOR E POR VENDEDOR
Depois que a empresa dá o primeiro passo e passa a olhar a Demonstração de Resultado, algo natural acontece: nasce a vontade de entender melhor o resultado. Surge a curiosidade de saber qual produto dá mais retorno, qual cliente compensa mais, qual área contribui de verdade. Nesse momento, muitos caem em uma armadilha: o de tentar montar uma Demonstração de Resultado “perfeita”, por produto, por cliente, por fornecedor, por vendedor, por região, por canal de vendas, por máqui
custoseganhosconsu
12 de mai.2 min de leitura
APRENDENDO A TECER A CULTURA DO CONTROLE FINANCEIRO PELO CAMINHO DA EVOLUÇÃO CONTÍNUA
Implantar o controle financeiro por meio da Demonstração de Resultados é, antes de tudo, um processo de tecer pouco a pouco, a cultura de Controle Financeiro na organização. A sabedoria ensina que é melhor começar primeiro e aprimorar depois, do que querer a perfeição e nunca começar. Normalmente, os dados já existem. Já estão no sistema, porém, cada área enxerga de um jeito, cada sócio interpreta de uma forma, e a conversa sobre resultado se perde em disputa de opiniões. Fal
custoseganhosconsu
28 de abr.2 min de leitura
QUATRO MALOTES PARA ENVIAR DOCUMENTOS À CONTABILIDADE: ENTRADA, SAÍDA, COMPETÊNCIA E CAIXA
Administradores bem-sucedidos entendem que, organizar as informações é importante para construir resultados confiáveis. No dia a dia das empresas, um dos pontos que mais gera desencontro é na hora de enviar os documentos para a contabilidade. Quando tudo vai misturado, gera o retrabalho, os erros aumentam e a informação perde qualidade. E sem informação de qualidade, a decisão perde força. A solução é simples e poderosa: trabalhar com quatro malotes bem definidos. O primeiro
custoseganhosconsu
22 de abr.2 min de leitura
DA COMPETIÇÃO À COOPERAÇÃO: O CAMINHO PARA GERAR VALOR, PROSPERIDADE E RIQUEZA
Quando o empreendedor escolhe pensar pela lente da competição, passa a enxergar todos ao redor como adversários. Surge a comparação, e com ela o ego ganha voz. O foco deixa de ser a evolução do próprio negócio e passa a ser superar o outro a qualquer custo. É a lógica do “se o vizinho tem, eu preciso ter mais”. Esse caminho aprisiona. A mente se ocupa em medir, disputar e provar, tornando as relações pesadas e, muitas vezes, insuportáveis. A competição, quando levada ao extre
custoseganhosconsu
14 de abr.2 min de leitura
QUANDO O DONO SOCORRE DEMAIS O CAIXA, A EMPRESA APRENDE DE MENOS
Quando o dono da empresa começa a socorrer o caixa com frequência, a intenção costuma ser boa: proteger a operação, manter compromissos em dia, evitar desgaste. Porém, junto com o dinheiro, pode entrar silenciosamente um efeito colateral perigoso: o enfraquecimento da responsabilidade da equipe. A mente humana responde a estímulos. Onde existe sempre uma saída fácil, o esforço tende a diminuir. Se, diante de qualquer aperto, basta recorrer ao dono, instala-se uma lógica perve
custoseganhosconsu
7 de abr.2 min de leitura
PRÓ-LABORE ENTRE SÓCIOS: O ERRO DA IGUALDADE QUE INCENTIVA O GASTO
Quando falamos de retirada de sócios, o tema do pró-labore costuma nascer com uma boa intenção: a igualdade. Uma sociedade com três sócios, três valores iguais. Simples, direto e aparentemente justo. Mas, com o passar do tempo, a prática revela algo diferente do combinado inicial. A convivência diária começa a trazer comparações sutis. Um sócio observa o outro apresentando mais despesas, justificando reuniões, almoços, deslocamentos. Outro, mais contido, passa a sentir que es
custoseganhosconsu
31 de mar.2 min de leitura
PRÓ-LABORE, DISTRIBUIÇÃO DE LUCRO OU ADIANTAMENTO DE LUCRO?
Muitos empreendedores iniciam suas atividades focados no crescimento do negócio e deixam em segundo plano a forma correta de retirar recursos da empresa. Esse cuidado faz diferença, tanto na organização financeira quanto na construção da aposentadoria. Hoje, o cálculo da aposentadoria considera a média corrigida de todas as contribuições. Isso traz um ponto de atenção: quanto mais próximas do teto forem as contribuições ao INSS, maior tende a ser o benefício futuro. Aqui entr
custoseganhosconsu
24 de mar.2 min de leitura
FOLHA DE PAGAMENTO E HOLERITE DE PRÓ-LABORE E CONTRIBUIÇÃO PARA INSS
Empreendedores dedicam enorme atenção na sobrevivência da sua empresa, e acaba esquecendo de cuidar da sua própria contribuição para a aposentadoria, principalmente quando se é novo de idade. Diferente do empregado com carteira assinada, cuja contribuição já vem descontada automaticamente no holerite, o empresário, precisa organizar essa contribuição de forma consciente, normalmente por meio do pró-labore. Aqui, uma pergunta simples, que o dono de empresa deveria fazer: Se ex
custoseganhosconsu
23 de mar.2 min de leitura
SEPARE A CONTA DA PESSOA JURÍDICA DA PESSOA FÍSICA, PELO MÉTODO DA CONTA DE COMPENSAÇÃO
A frase “Separe a conta da pessoa jurídica da pessoa física” é um conselho correto. Mas, na prática, as despesas da pessoa física acabam se misturando muito facilmente com as da empresa. Outro dia vi uma Demonstração de Resultado em que a despesa de aluguel tinha aumentado 50% de um mês para outro. A despesa de aluguel que era de R$ 10 mil, naquele mês apareceu com R$ 15 mil, porque os R$ 5 mil de aluguel da pessoa física, foi lançado na mesma conta. Difícil indicar uma forma
custoseganhosconsu
10 de mar.2 min de leitura
DESPESA DO SÓCIO NA EMPRESA: COMO LANÇAR PARA ACERTAR A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO
Em empresas de pequeno porte, ainda é muito comum o dono utilizar a estrutura administrativa da própria empresa para pagar despesas da pessoa física. E é exatamente aí que nasce um dos erros mais comuns do financeiro. Imagine a situação: O dono pede para alguém do setor financeiro pagar a conta de luz da casa dele. A funcionária, por hábito, faz o processo padrão: inclui a conta no contas a pagar, faz a baixa no sistema e classifica como “energia elétrica”. O sistema obedece.
custoseganhosconsu
3 de mar.3 min de leitura
PEQUENA MARGEM, GRANDE RISCO
Trabalhar com margem pequena pode até parecer uma estratégia inteligente no início. O preço fica competitivo, o volume cresce e o negócio aparenta estar saudável. O problema surge quando acontece coisas que estão fora da margem, como um atraso de cliente, ou um aumento no custo dos insumos, ou um erro operacional ou imprevistos como tempestades, que, passam a pesar no resultado. Margens apertadas deixam a empresa sem reserva para imprevistos. Sem fôlego. Sem tempo para reagir
custoseganhosconsu
24 de fev.1 min de leitura
AGIR PELO QUE É CORRETO, NÃO PELO QUE CONVÉM. O EIXO MORAL DAS DECISÕES EMPRESARIAIS
Na cultura japonesa, existe uma distinção silenciosa, porém profunda, entre dois modos de decidir e conduzir o negócio: Zen-Aku e Son-Toku. No Zen-Aku, a pergunta é simples: isso é correto ou é torto? No Son-Toku, a mente já corre para outro lugar: qual é a vantagem? Qual é a conveniência? Vou perder dinheiro? Quem anda pelo caminho da vantagem costuma ser ágil, esperto e eficiente no curto prazo. Decide rápido, fecha negócios e evita perdas imediatas. Com o tempo, porém, ess
custoseganhosconsu
27 de jan.1 min de leitura
SERÁ QUE DÁ PARA PLANEJAR METAS, SEM A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO GERENCIAL?
Caro empreendedor, início de ano traz aquele convite silencioso para olhar a empresa com mais carinho. E, quando pensamos em metas, surge uma pergunta: será que dá para planejar o ano sem uma Demonstração de Resultado Gerencial? Sem meios para comparar, qualquer meta pode virar mero palpite. A Demonstração de Resultado Gerencial permite definir metas por segmento, por vendedor ou por região, organizando as despesas por conta, e focando no controle da redução de custos. #custo
custoseganhosconsu
20 de jan.1 min de leitura
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