QUATRO MALOTES PARA ENVIAR DOCUMENTOS À CONTABILIDADE: ENTRADA, SAÍDA, COMPETÊNCIA E CAIXA
- há 6 horas
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Administradores bem-sucedidos entendem que, organizar as informações é importante para construir resultados confiáveis. No dia a dia das empresas, um dos pontos que mais gera desencontro é na hora de enviar os documentos para a contabilidade.
Quando tudo vai misturado, gera o retrabalho, os erros aumentam e a informação perde qualidade. E sem informação de qualidade, a decisão perde força. A solução é simples e poderosa: trabalhar com quatro malotes bem definidos.
O primeiro malote reúne todas as notas de entrada. Aqui entram os documentos de tudo que a empresa adquiriu no mês — compras de mercadorias, matéria-prima, despesas, serviços e investimentos. Cada documento já segue com sua classificação correta, orientando como a sua empresa deseja ver tratado na contabilidade.
O segundo malote concentra as notas de saída. Tudo que foi emitido pela empresa: notas de vendas, devoluções, remessas e demais movimentações. Esses dois primeiros malotes vão para o setor fiscal, responsável pela apuração dos impostos.
O terceiro malote é dedicado aos recebimentos. Ele representa a entrada de dinheiro: tudo aquilo que foi recebido dos clientes ao longo do mês. O quarto malote reúne os pagamentos, ou seja, as saídas de dinheiro: fornecedores, despesas, tributos e demais compromissos quitados. Esses dois últimos malotes são direcionados ao setor contábil, que realiza as baixas financeiras e constrói a base para a Demonstração de Resultado.
Mas existe um ponto: a qualidade da informação começa dentro da empresa. Antes de enviar os documentos, vale conferir os códigos da classificação. A contabilidade registra conforme a orientação recebida. Quando a empresa indica bem, o resultado aparece com clareza.
Empresas que buscam excelência vão além: utilizam o plano de contas da contabilidade como referência e, quando necessário, constroem uma ponte entre o plano de contas gerencial e o contábil, garantindo consistência na leitura dos números. Quando há entendimento de como o fiscal e o contábil trabalham, o fluxo se organiza, a comunicação melhora e os ajustes se tornam cada vez menores.
No fim, a disciplina na organização dos malotes, é mais do que apenas um processo, é um caminho seguro para decisões mais conscientes e sabedoria na gestão.
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