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CMV: VALOR COMPRADO, VALOR RECEBIDO OU VALOR PAGO
Quanto sua empresa comprou neste mês? Parece uma pergunta simples, mas, assim como acontece com: vendas, faturamento e recebimento, existem diferentes números na hora de considerar o Custo das Mercadoria Vendidas, na Demonstração de Resultados: o valor comprado, o valor recebido ou o valor pago. VALOR COMPRADO: comecemos pelo valor comprado. Quando a empresa emite um pedido de compra com o fornecedor, sela um compromisso. É aquilo que a empresa decidiu comprar, mas que ainda
custoseganhosconsu
há 3 dias2 min de leitura
RECEITAS DE VENDA, FATURAMENTO OU RECEBIMENTO
Quanto sua empresa vendeu este mês? Parece uma pergunta simples. Mas a resposta pode vir de três números diferentes: vendas, faturamento e recebimentos. Saber distinguir cada um deles é necessário para entender o resultado correto. VENDA: Comecemos pela venda. Quando o cliente confirma um pedido, temos uma venda realizada. O pedido representa o compromisso assumido entre comprador e o vendedor. Portanto, a soma dos pedidos confirmados durante o mês, mostra quanto a empresa ve
custoseganhosconsu
9 de set.2 min de leitura
ERRO DE COMPRA: O DIREITO DE ERRAR E O DEVER DE APRENDER
Nenhum comprador consegue acertar 100% das compras, o tempo todo. Por mais experiência, conhecimento do mercado e cuidado que tenha, haverá momentos em que uma compra não produzirá o resultado esperado. Isso faz parte da atividade de comprar. O desafio está em elevar o índice de acerto, buscando a cada compra aproximar dos 100%. Para isso, o bom é incentivar reconhecer o erro de compra, de forma transparente, um sistema que mede a quantidade e o valor do erro, em relação ao t
custoseganhosconsu
2 de set.2 min de leitura
O RUIM É O APEGO AO ESTOQUE RUIM. LIVRE-SE DESTE PROBLEMA.
Depois de observar por anos, os diferentes comportamentos nas empresas, passei a perceber que o maior responsável pelo estoque ruim, não é o sistema, nem o almoxarifado. É o comportamento humano. Pois, humanos criam vínculos com objetos, com matéria. Uma máquina que participou de um projeto importante. Um lote comprado com grande expectativa. Uma matéria-prima adquirida para um cliente que desistiu. Uma peça desenvolvida durante meses de trabalho. Quando o projeto não dá cert
custoseganhosconsu
25 de ago.2 min de leitura
ESTOQUE RUIM: O CUSTO INVISÍVEL QUE REDUZ O LUCRO DA EMPRESA
Quando se fala de Estoque Ruim, pensamos no capital parado. Mas o prejuízo vai além do dinheiro investido na compra daquele material. O estoque sem utilidade continua gerando despesas todos os dias, sem produzir receita. Uma mercadoria vencida, uma peça obsoleta ou um lote que jamais será utilizado. Ela ocupa espaço no depósito, exige prateleiras, dificulta a organização e obriga funcionários a movimentar sempre que precisam pegar estoque bom. Na prática, esse estoque passou
custoseganhosconsu
18 de ago.2 min de leitura
ESTOQUE BOM E ESTOQUE RUIM: SEPARE CADA UM EM CONTAS ESPECÍFICAS
Ao longo dos anos, como consultor, tive o privilégio de conhecer empresas dos mais diversos segmentos. Cada uma possui sua cultura, suas qualidades e seus desafios. Mas existe um comportamento que aparece com frequência impressionante: a dificuldade de se desfazer de estoques antigos. É comum encontrar materiais esquecidos há anos, produtos fora de linha, embalagens amareladas, peças quebradas ou até itens com validade vencida ocupando espaço ao lado de mercadorias novas, sau
custoseganhosconsu
11 de ago.2 min de leitura
APLICAÇÃO FINANCEIRA: COMO LANÇAR RESGATE, APLICAÇÃO E RENDIMENTO
Quando a empresa faz uma aplicação financeira, vem a pergunta como lançar no sistema. A impressão é que o dinheiro saiu da empresa. Na realidade, ele apenas mudou de lugar dentro do Ativo Circulante, exatamente como se tivesse transferido de uma conta para outra conta. Vamos supor uma aplicação de R$ 10.000,00 num fundo. O dinheiro sai da conta corrente e passa para uma conta de aplicação. Num sistema contábil, o lançamento seria; credita a conta Banco e debita a conta Aplica
custoseganhosconsu
15 de jul.2 min de leitura
FICHA TÉCNICA REAL: QUANDO O FINANCEIRO REVELA A VERDADE
A Ficha Técnica é uma ferramenta importantíssima que representa o cenário ideal: quanto deveria custar produzir, vender e entregar determinado produto. O problema é que muitas empresas param por aí. Montam uma ficha impecável, mas deixam de acompanhar se a realidade financeira está acontecendo dentro do que foi planejado. É neste ponto que nasce a importância da “Ficha Técnica Real”. A ficha teórica normal trabalha no campo do ideal, aquilo que deveria ser. Ela considera cons
custoseganhosconsu
26 de mai.2 min de leitura
INDICADORES DE DESEMPENHO; POR PRODUTO, POR CLIENTE, POR FORNECEDOR E POR VENDEDOR
Depois que a empresa dá o primeiro passo e passa a olhar a Demonstração de Resultado, algo natural acontece: nasce a vontade de entender melhor o resultado. Surge a curiosidade de saber qual produto dá mais retorno, qual cliente compensa mais, qual área contribui de verdade. Nesse momento, muitos caem em uma armadilha: o de tentar montar uma Demonstração de Resultado “perfeita”, por produto, por cliente, por fornecedor, por vendedor, por região, por canal de vendas, por máqui
custoseganhosconsu
12 de mai.2 min de leitura
APRENDENDO A TECER A CULTURA DO CONTROLE FINANCEIRO PELO CAMINHO DA EVOLUÇÃO CONTÍNUA
Implantar o controle financeiro por meio da Demonstração de Resultados é, antes de tudo, um processo de tecer pouco a pouco, a cultura de Controle Financeiro na organização. A sabedoria ensina que é melhor começar primeiro e aprimorar depois, do que querer a perfeição e nunca começar. Normalmente, os dados já existem. Já estão no sistema, porém, cada área enxerga de um jeito, cada sócio interpreta de uma forma, e a conversa sobre resultado se perde em disputa de opiniões. Fal
custoseganhosconsu
28 de abr.2 min de leitura
QUATRO MALOTES PARA ENVIAR DOCUMENTOS À CONTABILIDADE: ENTRADA, SAÍDA, COMPETÊNCIA E CAIXA
Administradores bem-sucedidos entendem que, organizar as informações é importante para construir resultados confiáveis. No dia a dia das empresas, um dos pontos que mais gera desencontro é na hora de enviar os documentos para a contabilidade. Quando tudo vai misturado, gera o retrabalho, os erros aumentam e a informação perde qualidade. E sem informação de qualidade, a decisão perde força. A solução é simples e poderosa: trabalhar com quatro malotes bem definidos. O primeiro
custoseganhosconsu
22 de abr.2 min de leitura
DA COMPETIÇÃO À COOPERAÇÃO: O CAMINHO PARA GERAR VALOR, PROSPERIDADE E RIQUEZA
Quando o empreendedor escolhe pensar pela lente da competição, passa a enxergar todos ao redor como adversários. Surge a comparação, e com ela o ego ganha voz. O foco deixa de ser a evolução do próprio negócio e passa a ser superar o outro a qualquer custo. É a lógica do “se o vizinho tem, eu preciso ter mais”. Esse caminho aprisiona. A mente se ocupa em medir, disputar e provar, tornando as relações pesadas e, muitas vezes, insuportáveis. A competição, quando levada ao extre
custoseganhosconsu
14 de abr.2 min de leitura
QUANDO O DONO SOCORRE DEMAIS O CAIXA, A EMPRESA APRENDE DE MENOS
Quando o dono da empresa começa a socorrer o caixa com frequência, a intenção costuma ser boa: proteger a operação, manter compromissos em dia, evitar desgaste. Porém, junto com o dinheiro, pode entrar silenciosamente um efeito colateral perigoso: o enfraquecimento da responsabilidade da equipe. A mente humana responde a estímulos. Onde existe sempre uma saída fácil, o esforço tende a diminuir. Se, diante de qualquer aperto, basta recorrer ao dono, instala-se uma lógica perve
custoseganhosconsu
7 de abr.2 min de leitura
PRÓ-LABORE ENTRE SÓCIOS: O ERRO DA IGUALDADE QUE INCENTIVA O GASTO
Quando falamos de retirada de sócios, o tema do pró-labore costuma nascer com uma boa intenção: a igualdade. Uma sociedade com três sócios, três valores iguais. Simples, direto e aparentemente justo. Mas, com o passar do tempo, a prática revela algo diferente do combinado inicial. A convivência diária começa a trazer comparações sutis. Um sócio observa o outro apresentando mais despesas, justificando reuniões, almoços, deslocamentos. Outro, mais contido, passa a sentir que es
custoseganhosconsu
31 de mar.2 min de leitura
PRÓ-LABORE, DISTRIBUIÇÃO DE LUCRO OU ADIANTAMENTO DE LUCRO?
Muitos empreendedores iniciam suas atividades focados no crescimento do negócio e deixam em segundo plano a forma correta de retirar recursos da empresa. Esse cuidado faz diferença, tanto na organização financeira quanto na construção da aposentadoria. Hoje, o cálculo da aposentadoria considera a média corrigida de todas as contribuições. Isso traz um ponto de atenção: quanto mais próximas do teto forem as contribuições ao INSS, maior tende a ser o benefício futuro. Aqui entr
custoseganhosconsu
24 de mar.2 min de leitura
FOLHA DE PAGAMENTO E HOLERITE DE PRÓ-LABORE E CONTRIBUIÇÃO PARA INSS
Empreendedores dedicam enorme atenção na sobrevivência da sua empresa, e acaba esquecendo de cuidar da sua própria contribuição para a aposentadoria, principalmente quando se é novo de idade. Diferente do empregado com carteira assinada, cuja contribuição já vem descontada automaticamente no holerite, o empresário, precisa organizar essa contribuição de forma consciente, normalmente por meio do pró-labore. Aqui, uma pergunta simples, que o dono de empresa deveria fazer: Se ex
custoseganhosconsu
23 de mar.2 min de leitura
SEPARE A CONTA DA PESSOA JURÍDICA DA PESSOA FÍSICA, PELO MÉTODO DA CONTA DE COMPENSAÇÃO
A frase “Separe a conta da pessoa jurídica da pessoa física” é um conselho correto. Mas, na prática, as despesas da pessoa física acabam se misturando muito facilmente com as da empresa. Outro dia vi uma Demonstração de Resultado em que a despesa de aluguel tinha aumentado 50% de um mês para outro. A despesa de aluguel que era de R$ 10 mil, naquele mês apareceu com R$ 15 mil, porque os R$ 5 mil de aluguel da pessoa física, foi lançado na mesma conta. Difícil indicar uma forma
custoseganhosconsu
10 de mar.2 min de leitura
DESPESA DO SÓCIO NA EMPRESA: COMO LANÇAR PARA ACERTAR A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO
Em empresas de pequeno porte, ainda é muito comum o dono utilizar a estrutura administrativa da própria empresa para pagar despesas da pessoa física. E é exatamente aí que nasce um dos erros mais comuns do financeiro. Imagine a situação: O dono pede para alguém do setor financeiro pagar a conta de luz da casa dele. A funcionária, por hábito, faz o processo padrão: inclui a conta no contas a pagar, faz a baixa no sistema e classifica como “energia elétrica”. O sistema obedece.
custoseganhosconsu
3 de mar.3 min de leitura
PEQUENA MARGEM, GRANDE RISCO
Trabalhar com margem pequena pode até parecer uma estratégia inteligente no início. O preço fica competitivo, o volume cresce e o negócio aparenta estar saudável. O problema surge quando acontece coisas que estão fora da margem, como um atraso de cliente, ou um aumento no custo dos insumos, ou um erro operacional ou imprevistos como tempestades, que, passam a pesar no resultado. Margens apertadas deixam a empresa sem reserva para imprevistos. Sem fôlego. Sem tempo para reagir
custoseganhosconsu
24 de fev.1 min de leitura
AGIR PELO QUE É CORRETO, NÃO PELO QUE CONVÉM. O EIXO MORAL DAS DECISÕES EMPRESARIAIS
Na cultura japonesa, existe uma distinção silenciosa, porém profunda, entre dois modos de decidir e conduzir o negócio: Zen-Aku e Son-Toku. No Zen-Aku, a pergunta é simples: isso é correto ou é torto? No Son-Toku, a mente já corre para outro lugar: qual é a vantagem? Qual é a conveniência? Vou perder dinheiro? Quem anda pelo caminho da vantagem costuma ser ágil, esperto e eficiente no curto prazo. Decide rápido, fecha negócios e evita perdas imediatas. Com o tempo, porém, ess
custoseganhosconsu
27 de jan.1 min de leitura
SERÁ QUE DÁ PARA PLANEJAR METAS, SEM A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO GERENCIAL?
Caro empreendedor, início de ano traz aquele convite silencioso para olhar a empresa com mais carinho. E, quando pensamos em metas, surge uma pergunta: será que dá para planejar o ano sem uma Demonstração de Resultado Gerencial? Sem meios para comparar, qualquer meta pode virar mero palpite. A Demonstração de Resultado Gerencial permite definir metas por segmento, por vendedor ou por região, organizando as despesas por conta, e focando no controle da redução de custos. #custo
custoseganhosconsu
20 de jan.1 min de leitura
COMECE 2026 COM CLAREZA: QUANTO SUA EMPRESA REALMENTE LUCRA?
Olá, meu amigo, janeiro chega como aqueles momentos em que o Universo nos chama para olhar a própria vida com mais calma. E, para quem empreende, surge a pergunta: “quanto a sua empresa realmente lucra?” Apesar de trabalhar tanto, correndo, lutando, resolvendo problemas… e mesmo assim parece que o verdadeiro resultado se esconde de você? E não é falha sua. É apenas porque a clareza nasce quando a Demonstração de Resultado Gerencial é preparada com cuidado, com conhecimento e
custoseganhosconsu
6 de jan.1 min de leitura
CONHECE EMPRESA QUE VENDE MUITO E MESMO ASSIM ESTÁ EM DIFICULDADE?
Que este pensamento ajude a clarear quem acredita que vender mais, sempre salva uma empresa. Existe uma ilusão comum no mercado: a de que movimento alto significa prosperidade. Só que a venda sem margem enfraquece a empresa. Quando o preço não cobre impostos, salários e despesas, a saída do caixa come toda a entrada e ainda fica faltando. A sensação de muito esforço e pouco resultado toma conta. A margem sim, é o verdadeiro alicerce, de qualquer negócio. Sem ela, a operação p
custoseganhosconsu
23 de dez. de 20251 min de leitura
DINHEIRO NO CAIXA MAIOR QUE LUCRO NO BALANÇO: ENTENDA O EFEITO DA DEPRECIAÇÃO E PROVISÃO
Meus amigos, que este material ajude a compreender quando o lucro é apenas número no balanço e quando é dinheiro que realmente está no caixa. A depreciação registra, no resultado, o desgaste natural dos bens, enquanto a provisão antecipa um gasto futuro, como o 13º salário. Ambos reduzem o lucro, porém não retiram recursos do caixa. Por isso, cuidado para não confundir saldo disponível com lucro. A provisão existe justamente para mostrar que parte daquele dinheiro já tem dest
custoseganhosconsu
16 de dez. de 20251 min de leitura
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