PEQUENA MARGEM, GRANDE RISCO
- 24 de fev.
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Trabalhar com margem pequena pode até parecer uma estratégia inteligente no início. O preço fica competitivo, o volume cresce e o negócio aparenta estar saudável. O problema surge quando acontece coisas que estão fora da margem, como um atraso de cliente, ou um aumento no custo dos insumos, ou um erro operacional ou imprevistos como tempestades, que, passam a pesar no resultado.
Margens apertadas deixam a empresa sem reserva para imprevistos. Sem fôlego. Sem tempo para reagir. O empresário começa a viver no limite, tomando decisões sob pressão, a urgência entra na frente do que é importante. Nesse cenário, o risco deixa de ser exceção e vira rotina. Por isso, pequena margem é um grande risco.
Uma margem confortável, longe de ser uma ganância, ela representa proteção, segurança. Ela absorve imprevistos, financia melhorias, permite corrigir erros e sustenta o negócio nos momentos difíceis. Empresas que sobrevivem por décadas entendem isso: lucro saudável é resultado de decisões conscientes.
Ao longo da existência de uma empresa, o verdadeiro perigo raramente está no mercado. E sim, em operar no limite, acreditando que a velocidade compensa a fragilidade. A longevidade de um negócio está na preservação de uma boa margem.
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